Prólogo, a primeira cena do drama.
Oitenta por cento dos dorama tailandeses geralmente consistem em dois personagens principais. Um é um protagonista bonito, bonito e de alto escalão. A segunda é uma heroína linda e completa que, se não for rica, tem que ser separada de sua família verdadeira desde o nascimento. Claro, o amor sempre tem obstáculos antes de um final feliz no final. Os papéis de vilões são frequentemente escritos para fazer o que for preciso para derrubar a história de amor do herói e da heroína. e o subproduto é o ódio e a maldição do público. E você sabe o que, às vezes o vilão que o público xinga porque eles pensam que vão tirar o herói da heroína que estão recebendo?
Que vilão eu sou...
Olá, meu nome é Posh Patchakorn, tenho vinte e quatro anos este ano. Recém-formado na Inglaterra, de família discreta porque minha família estava falida até que Minha mãe matou meu pai a tiros aos dez anos de idade. Mas, felizmente, esse órfão bastardo recebeu dinheiro suficiente para arrecadar dinheiro do amigo íntimo de seu pai até que ele pudesse se tornar um humano. Gostaria de agradecer a Khun Arboon por cuidar de mim. e tentar tratá-lo como uma criança o máximo que puder até que eu fosse quase uma boa pessoa.
é quase... por quê? Bem, eu sou do tipo ciumento.
"Posh, vá rápido bebê. A procissão está prestes a começar.” O homem de meia-idade que colocou a mão no meu ombro direito estava agora tomando banho. Eu relutantemente me virei para sorrir levemente porque meu coração não estava tão feliz quanto deveria estar. Ele estava vestindo um terno cinza sombrio enquanto caminhava à distância. Assim que vi a procissão de Khan Mak na minha frente, não pude deixar de sorrir secretamente. Hmm, hoje é um evento auspicioso. Momento propício para duas pessoas entrarem pela porta do casamento. Todos os que vieram pareciam se alegrar com os recém-casados. Mas enfim, me deixe em paz.
"Acho melhor ficar aqui."
"Você não quer entrar na procissão? Você vai ficar louco."
"Ele não está com raiva de mim, hein. Deixe-me ajudá-lo a ficar bem à distância."
Claro, o noivo não sou eu. mas ele era o filho mais velho do Sr. Arbor na mesma idade. Cresceu comigo, frequentamos a escola juntos na Inglaterra, comer, viajar, brincar como todo mundo fazia parte da vida. Meus olhos finos olhavam para as costas do noivo com uma expressão vazia. Mas não, no meu coração agora, eu quero chorar ou acabar com o casamento, avisá-lo e saber que ele vai sobreviver.
Mas, como regra geral, o vilão nunca consegui se casar com o protagonista ou a heroína.
Então, um vilão necessário como eu fará qualquer coisa.
Sim, você está certo... Eu adoro isso.
Eu amo pessoas que vão se casar, embora eu entenda que é um casamento por necessidade, por quê? Faço tudo isso para quem costumava cuidar de mim. Mas por que me levar agora sem piedade de ninguém?
Isso é algo que eu tenho que aceitar?
"Uau... heh... whoa... heh... whoa... heh... whoa. Uau"
"Huuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu"
Aplausos altos marcaram o início da cerimônia auspiciosa. A figura alta no papel do noivo estava se afastando cada vez mais de mim. Olhei para a foto e fechei os olhos com força para limpar os pensamentos ruins na minha cabeça. Mas quanto mais perto meus olhos estavam dele, mais meu sorriso aparecia nele, *Prólogo – A primeira cena do drama*
*Tradução profissional estilo editora brasileira*
Oitenta por cento dos dramas tailandeses costumam ter dois personagens principais. Um é o protagonista: bonito, rosto perfeito, família de alta classe. O outro é a mocinha: linda, impecável, que se não é podre de rica, foi separada da família verdadeira logo ao nascer. E é claro que o amor sempre tem que passar por obstáculos antes de chegar ao final feliz. O papel do vilão costuma ser escrito para fazer de tudo para destruir o romance do casal principal. E o bônus é ser odiado e amaldiçoado pelo público. E sabe de uma coisa? Às vezes, o vilão que o público xinga achando que vai roubar o mocinho da mocinha… é quem acaba sendo roubado.
E esse papel de vilão… sou eu.
Oi. Meu nome é Poch, Patchakorn. Tenho vinte e quatro anos completos. Acabei de me formar na Inglaterra. Origem humilde, bem rente ao chão, porque minha família faliu até minha mãe atirar no meu pai na minha frente quando eu tinha dez anos. Mas que sorte a desse órfão miserável: recebi uma bolsa de estudos e sustento do melhor amigo do meu pai até conseguir me tornar alguém. Tenho que agradecer ao tio Bowon, que me acolheu, tentou me tratar como um filho de sangue e me deu tudo que pôde. Quase me tornei uma pessoa de bem.
Quase... Por quê? Porque eu sou o tipo de pessoa invejosa.
“Poch, anda logo, filho. O cortejo já vai começar.” O homem de meia-idade que pousou a mão no meu ombro direito agora é o tio Bowon. Eu me forcei a sorrir de leve, porque por dentro eu não estava nada bem. Eu, de terno cinza-chumbo impecável, segui o tio Bowon de longe. Assim que vi o cortejo do noivo na minha frente, não consegui evitar um sorriso maldoso só para mim. Hm. Hoje é um dia auspicioso. Data e hora perfeitas para duas pessoas atravessarem o portal do matrimônio. Todo mundo parece feliz e celebrando com os noivos. Mas, se não for pedir muito, deixem eu ficar de fora dessa.
“Acho melhor eu ficar aqui mesmo, tio.”
“Não quer entrar no cortejo? O Tem vai ficar bravo, hein.”
“Ele não fica bravo comigo, não. Deixa que eu fico aqui olhando se está tudo certo, de longe.”
É óbvio que o noivo não sou eu. É o filho mais velho do tio Bowon, da mesma idade que eu. Crescemos juntos. Fomos para a Inglaterra juntos. Comemos, viajamos, curtimos a vida como se ele fosse parte de mim. Meus olhos finos observaram as costas do noivo com um olhar que parecia vazio. Mas não. Por dentro eu queria chorar, gritar ou destruir esse casamento de uma vez por todas.
Mas, pelas regras, o vilão nunca consegue arruinar o casamento do mocinho com a mocinha.
E o que um vilão por necessidade como eu pode fazer?
É. Você pensou certo… Eu amo ele.
Eu amo o cara que está prestes a se casar. Mesmo sabendo que é um casamento por obrigação. Mas por que, caramba? Eu cheguei primeiro. Eu conheço ele melhor que ninguém. Eu fiz tudo por ele. Ele já cuidou só de mim. Então por que agora tudo meu foi tomado sem que ninguém tenha pena de mim?
É isso que eu tenho que aceitar?
“Uhuuuu… êêê… uhuuu… êêê… uhuuuu… êêê… uhuuuuuuu”
“Eeeeee!!!”
Os gritos de festa subiram, marcando o início da cerimônia sagrada. A figura alta no papel de noivo caminhava para cada vez mais longe de mim. Olhei aquela cena e fechei os olhos com força para apagar os pensamentos ruins da minha cabeça. Mas quanto mais eu fechava os olhos, mais a imagem do meu sorriso com o dele passava como um filme, cena por cena. E foi nítido o bastante para eu agarrar uma rosa branca que enfeitava a festa. Examinei as pétalas machucadas pela força do puxão… A rosa branca que a noiva tanto ama. Agora está sendo esmagada na minha mão.
“Que vocês sejam felizes… Que sejam um casal que todo mundo inveje. Que se amem muito… Que…” As pétalas que eram brancas ficaram roxas, machucadas, e caíram devagar da minha palma até o chão. Igual às lágrimas malditas que não sei se caíram pela gravidade ou pela força de algum sentimento dentro de mim.
“Hm… Que o casamento de vocês seja só desgraça!! Que se separem em três dias, em sete dias!!” O sapato social preto pisou nas pétalas no chão várias vezes até não sobrar vestígio de beleza. As lágrimas foram enxugadas de qualquer jeito. Sobrou só um rosto impassível que guardava todos os sentimentos só para dentro.
Eu admito: estou com inveja daquela mulher. E o vilão que eu sou está pronto para fazer de tudo para ter de volta o que deveria ser meu…
Mesmo que me chamem de canalha… eu aceito.
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